Bob Marley, Junior Marvin (guitarrista dos Wailers), Jacob Miller vocalista do Inner Circle), Chris Blackwell (diretor da Island Records) e a esposa Blackwell, Nathalie, vieram ao Brasil em um jato particular para participar da festa que inaugurou as atividades do selo alemão Ariola no pais. A Island, gravadora original dos Wailers, era então um selo da Ariola. Bob interrompeu as sessões de gravação que resultariam no álbum 'Uprising' para vir ao Brasil. Na descida em Manaus, para reabastecimento, o jato ficou retido por algumas horas. O governo militar certamente não estava vendo com bons olhos a vinda daquela comitiva enfumaçada. Depois de alguma negociação as autoridades acabaram cedendo, mas sem liberar vistos de trabalho, o que desestimulou os que pensaram em improvisar uma apresentação deles em solo brasileiro. Depois ainda desceram em Brasília e rapidamente decolaram em direção ao Rio de Janeiro
Chegaram no aeroporto Santos Dumont às 18h30m do dia 18 de março, terça-feira. Logo foram cercados pelos repórteres. Bob era mais conhecido na época por ser o autor de "No Woman No Cry", música que havia vendido 500 mil copias na versão de Gilberto Gil. Suas primeiras declarações foram sobre a música brasileira: "O samba e o reggae são a mesma coisa, tem o mesmo sentimento das raízes africanas".
O sonho de uma apresentação de Bob Marley no Brasil jamais se concretizou, mas ao menos tivemos a oportunidade de conhecer outro lado de suas personalidade, mostrando que longe dos palcos e dos estúdios ele era apenas uma pessoa como qualquer outra. Todos os jornais que cobriram sua visita destacaram o fato de que ele se mostrava sempre acessível e disposto, sem traço de estrelismo. Esta vinda ao Brasil foi ofuscada na biografia de Bob Marley pela apresentação na festa da independência cdo Zimbabwe, que aconteceria menos de um mes depois. Mas para quem sente a sua música bater com toda força sem causar dor, esta é uma lembrança inestimável.
VIDEO BOB MARLEY NO BRASIL
CULTURE
Este excelente trio vocal foi formado com o objetivo de ser reconhecido como um trio profético-visionário e desde o começo da carreira - nos anos 70, o Culture influenciou a luta dos jamaicanos pela busca do objetivo: levantar-se em paz e combater a opressão. À frente do trio está o compositor principal e líder, Joseph Hill que começou sua carreira como cantor solo e guitarrista. O Culture formou-se em 1976 na Paróquia de Santa Catarina, onde Hill nasceu e cresceu. Juntamente com os primos Albert Walker e Roy Sylvester Dayes, formou o seu primeiro grupo, o African Disciples, no mesmo ano. Dayes adotou o nome Kenneth para honrar um velho amigo, Kenneth Richards. Logo após, o trio chamou a atenção do produtor Joe Gibbs que os convidou para uma audição em seu estúdio, onde os três cantaram várias canções. A maioria delas escritas por Hill que tinha começado a compor melodias a partir dos 14 anos de idade. Foi uma sessão poderosa e Gibbs pegou as canções sem assinar um contrato com o grupo. Dentre as músicas incluídas nessa audição, estavam "Get Ready to Ride the Lion to Zion" "Two Sevens Clash", "Calling Rasta For I". Canções essas que mais tarde seriam incluídas nos primeiros dois álbuns do trio, juntamente com "Baldhead Bridge" e "Love Shines Brighter". Eventualmente eles deixaram Gibbs. O primeiro álbum, Two Sevens Clash,
foi lançado no ano seguinte. Pela gravadora, já haviam passado grandes artistas, como Sly Dunbar, Robbie Shakespeare, Bingy Bunny, Bobby Marquis, e outros. Bingy Bunny e Blacka Morewell foram os responsáveis pela mudança do nome (Disciples - Culture). O álbum, foi lançado numa época em que a música reggae encontrava-se em algumas encruzilhadas. Esse foi um dos fatores que fizeram com que surgisse novas direções, e para o Culture, essa direção significou a busca por mensagens políticas mais militantes. Um exemplo disso pode ser notado na faixa título do álbum lançado pela Heartbeat em 1982 - Lion Rock, um verdadeiro chamado aos jamaicanos-africanos para lutarem pelas suas raízes, deixando de lado a cultura imposta pelos colonialistas.
Joseph Hill,infelizmente faleçeu,no ano de 2006,enquanto estava numa tournée pela Alemanha,e difíçilmente vai ser substituído á altura...
Quem ficou com a imensa responsabilidade de o substituir nos vocais do Culture,foi seu filho,Kennyata Hill.
MUSICA
GET READY
http://www.jamaicanexplosion.co.uk/downloads/get_ready_for_zion.mp3
VIDEO LIVE IN KENIA
Justin Hinds
Justin Hinds de Justin Hinds e os Dominoes que a fama perdeu sua batalha com cancer de pulmão na noite de quarta-feira, infelizmente. Seriam 63 anos em maio de 2007.
Ska Justin Hinds,o pioneiro, faleceu..
Um dos pioneiros da era do ska, Hinds que foi um dos pioneiros também do Rock Steady, por certos meses, nasceu em 1942, em Steertown, St Ann,Jamaica. Nos final dos anos 1960s em que Bob Marley e Wailers que fazem sua estréia no estúdio 1 e na etiqueta de Beverly, Justin Hinds and the Dominoes (Dennis Sinclair e Dixon Júnior) faziam seu coros de apoio na etiqueta de Treasure Isles de Duke Reid.
Em pouco tempo o grupo o mais prolifico para o Duke Reid, o produtor nesse período, nos Dominoes. Hinds-conduzidos Justin, extraindo pesadamente da Biblia e dos provérbios Jamaicanos populares, gravou algumas das canções mais finas do ska incluindo King Samuel, The Higher Monkey Climb, Jump Out A Frying Pan e Baddaration.
MUSICAS
MISS WENDELL
http://www.surforeggae.com.br/mp3/justin%20hinds%20-%20miss%20wendell.mp3
CARRY GO
http://www.archive.org/download/JustinHinds-LiveAtGrassRoots/JustinHinds-CarryGoBringCome.mp3
MOTHER BANNER
http://samos.free.fr/skavisuels/playlist/mp3/motherbanner.mp3
JAH LIVE
Expressão corporal, performance no palco, figurino diferenciado e o que há de mais autêntico do reggae roots. Tudo isso caracteriza a banda JAH LIVE. O grupo, que tem como principal influência o reggae roots jamaicano, procura levar adiante a maior função do reggae: transmitir em suas músicas mensagens de amor, paz, natureza, união e amizade. Mensagens que são levadas ao público por meio da voz marcante do vocalista Júnior, que interpreta as letras com entusiasmo e devoção de quem canta com a alma.
Os integrantes do JAH LIVE (Júnior vocal, Rodney guitarra, Bruno baixo e Martin bateria) encontraram na banda uma oficina para aperfeiçoar sua musicalidade. E o caminho que trilharam tem dado certo. A banda iniciou-se em 1998 na cidade do Guará (DF). Nesses 7 anos na estrada , JAH LIVE vem passando sua mensagem não só na Capital Federal como em várias partes do Brasil. Além de Brasília, já se apresentou no estado de São Paulo e interior, Rio de Janeiro, Niterói, Goiânia, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Fortaleza, entre outros. Também participou de grandes eventos nacionais e internacionais. Com artistas internacionais, JAH LIVE marcou sua presença em shows com Midnite, Israel Vibration e ainda foi banda de apoio de um do grande nome do reggae internacional, Andrew Tosh.
MUSICAS
LIVRES NA CIDADE DUB
http://www.luartti.com.br/Livres%20na%20Cidade.mp3
PRESERVAR
http://www.hotsurfers.com.br/mp3/hotsurfers.com.br_jahlive_preservar.mp3
RASTAMAN
http://www.hotsurfers.com.br/mp3/hotsurfers.com.br_jahlive_rastaman.mp3
STILL COLL - TO BE POOR IS A CRIME
LEÕES DE ISRAEL - CLIPE SECOU A FONTE
STEEL PULSE - DRUG SQUAD
enviada por ¥EdErSoN¥
25/09/2007 14:53
Da segunda geração do Reggae, o Black Uhuru pode ser considerada a banda de maior sucesso da época. Manteve a qualidade musical durante toda a sua história, apesar de diversas alterações em sua formação. Primeira banda de reggae a ganhar um Grammy, pelo álbum "Anthem", de 1983, o Black Uhuru foi, de acordo com o livro "Reggae: The Rough Guide", "a banda de reggae mais dinâmica e progressiva dos anos setenta e do começo dos anos oitenta"
O nome Black Uhuru vem da palavra de Swahili, que significa "liberdade". A banda foi formada em 1973, no distrito de Waterhouse, de Kingston, por Ervin "Don Carlos" Spencer, Rudolph "Garth" Dennis e Derrick "Duckie" Simpson. Quando o grupo começou a se deparar com dificuldades de experiências vivenciadas por um contrato de registro, Spencer partiu para uma carreira solo e Dennis se juntou ao Wailing Souls. Simpson permaneceu, e esteve presente na evolução do Black Uhuru, reorganizando a banda com Errol "Jay" Wilson e com o vocalista Michael Rose, além de Sly Dunbar na bateria, e Robbie Shakespeare no baixo. O décimo-quinto álbum do Black Uhuru, "Love Crisis" lançado em 1977, incluiu o hit, "I Love King Selassie". Três anos depois, o álbum foi remixado e relançado como "Black Sounds Of Freedom". Com a inclusão de Sandra "Puma" Jones, uma mulher afro-americana que fazia parte do grupo feminino Mama Africa, o Black Uhuru entrou no mais próspero período comercial de sua carreira. Além de gravar o álbum "Red" num estúdio memorável, e o sensacional disco ao vivo, "Tear It Up", o grupo atingiu o auge com o lançamento de "Anthem" em 1983. Remixado e revisado para lançamento nos Estados Unidos, a versão refeita foi relançada na Europa, logo em seguida. Embora o álbum tenha ganho um Grammy, problemas internos causaram a separação da banda no ano seguinte. Rose foi substituído por Junior Reid. Jones e Reid continuaram com a banda até 1989. Mais tarde, embora Reid tenha deixado a banda, quando problemas visuais lhe impediram de viajar, Puma Jones, (substituída por Olefunke) foi forçada a parar depois de contrair um câncer. Ela morreu no dia 28 de janeiro de 1990 e foi enterrada em sua própria casa, na Carolina do Sul.
Os três membros originais - Simpson, Spencer e Dennis - reuniram-se para gravar o álbum "Now", em 1990. Eles continuaram viajando e tocando com essa formação.
MUSICAS
SHOW - SUNSPLASH ITALIA 2005
http://movies2.arcoiris.tv/movies/rototom_sunsplash/concerti/08_07_2005/black_uhuru.mp3
PUSH PUSH
http://nintendoplanetvideo.free.fr/zik/black%20uhuru%20-%20push%20push.mp3
DISCOS PRA DOWNLOAD
SINSEMILLA
http://www.badongo.com/file/2371879
BRUTAL
http://www.badongo.com/file/2372762
RED
http://www.badongo.com/file/2385403
LIVE 84
http://www.badongo.com/file/2622741
MIKEY DREAD
O cantor e produtor de reggae Michael Campbell, a.k.a. Mikey Dread,nasceu em 1954,na Jamaica.Mikey é um dos performers dos inovadores, o mais influenciador na música do reggae.Campbell desde cedo mostrou aptidão para Engenharia e a Eletronica. Suas habilidades, perícia técnica, e liga vocal original da entrega de criar um som original que diga ao ouvinte, que é o Dread at the Controls.Também é DJ de muito sucesso,com seu programa na rádio JBC,de Londres. Talvez o trabalho de Mikey com o Clash lhe deu a maioria do reconheçimento, mas seus credenciais e resumo começaram por muito tempo antes de sua produção-abertura em diversas liberações com as estrelas renomadas do Punk de Londres. Seus trabalhos e interação com o Clash eram um evento significativo na integração do reggae na música popular durante todo o mundo. O album, Black Market´´,do Clash , é uma fusão brilhante do rock com punk dos anos 1970's e de uma linha pesada do baixo e da bateria do reggae. O aspecto do reggae do album do Clash distinguiu seu som dos outros punks que emergiram nos 1970's. Logo depois disso, era uma obrigação para que apenas aproximadamente cada faixa do punk tenha uma canção da tampa do reggae em seu album. Mikey era o primeiro produtor sempre, para produzir uma batida BRITÂNICA da carta para o Clash , Bankrobber e produzia mais tarde diversas faixas do reggae em seu Album internacional reconhecido Sandinista.
Mikey Dread,hoje ainda em plena atividade, também grava,excursiona com sua banda, e produz seus próprios álbuns,excelentes por sinal,do mais puro reggae roots,como esses.....
MUSICAS
ROOTS AND CULTURE
http://cdbaby.com/mp3lofi/mikeydread3-14.m3u
RASTA IN CONTROL
http://cdbaby.com/mp3lofi/mikeydread4-01.m3u
JAH JAH LOVE
http://cdbaby.com/mp3lofi/mikeydread3-10.m3u
VIDEO ROOTS AND CULTURE
VARAL ROOTS REGGAE
FORMADA EM 15 DE NOVEMBRO DE 1998 A BANDA VARAL ROOTS É UMA BANDA EXCLUSIVAMENTE DE REGGAE.
VISANDO SEMPRE EM PRMEIRO PLANO A QUESTÃO SOCIAL, É UMA DAS POUCAS BANDAS NACIONAIS QUE PRESERVAM O REGGAE DE RAIZ.
TENDO COMO BERÇO A PERIFERIA DE SÃO PAULO.
A BANDA EXECUTA EM SUAS APRESENTAÇÕES UM REPERTÓRIO 100% AUTORAL E TEM COMO PRINCIPAL INFLUÊNCIA A MUSICA JAMAICANA E SUAS VERTENTES; DUB, ROOTS , DANCEHALL,ROCKSTEADY, NYAHBINGI E NEW ROOTS. SEM, PERDERA REGIONALIDADE QUE É BEM PECULIAR EM SUAS COMPOSIÇÕES.
AO LONGO DESTE TEMPO A BANDA VARAL VEM GANHANDO SEU ESPAÇO E JÁ COLECIONA EM SUA BAGAGEN CENTENAS DE SHOWS EM SUA PROMISSORA CARREIRA.
MUSICAS DA BANDA
http://www.myspace.com/varalroots
THE MIGHTY DIAMONDS
The Mighty Diamonds, Donald Tabby Shaw, Fitzroy Bunny Simpson e Lloyd Judge Ferguson formaram o grupo em 1969 na área de Trenchtown de Kingston, Jamaica e por 32 anos passados foi entretendo e educando o mundo com suas harmonias doces e letras concientes.
Tornaram-se rapidamente conhecidos como o grupo novo, com o som de Motown com seus harmonias doces e desempenhos lustrados. Primeiramente escolhem o hit Country Living e Hey girl, foram gravadas na etiqueta da canaleta do Studio one. Seu album Right Time de estréia, liberado na Virgin transformou-se um clássico. Este é um album que deve pertencer em toda coleção séria do reggae. Right Time' é provavelmente sua canção mais pedida nos shows ao vivo...
´´Pass the Kouchie´´ transformou-se também numa batida internacional quando lançado, e então outra vez quando foi cantado pelo grupo Musical Youth e liberado como Pass the Dutchie
O Tabby, Bunny e Judge produziram mais de 40 albums em sua longa carreira, e seria duro selecionar apenas um album como um favorito mas se eu fosse solicitado para escolher o album poderoso definitivo dos Diamonds, teria que dizer Deeper Roots. Este album prova que os Diamonds são verdadeiramente os melhores no negócio.
O trio excursionou o mundo extensivamente e tende a seguir forte carreira na Europa e em Japão ,também nos E.U.A. Na Jamaica claro,também, executando suas músicas muitas vezes no Reggae Sunsplash pelo prazer de todos que comparecem.
Os Mighty Diamonds são notáveis para o fato que os três membros fundando remanesceram junto, apesar do negócio da música estar em constante mudança, por 32 anos ,e ainda continuam na ativa..
Os diamantes encontram a força e a inspiração em sua fé e em seu amor de Jah. Sua mensagem é de unidade, amor e às vezes,protesto, rebelião, são a voz do injustiçados..
MUSICAS
Tracks of my trears
http://www.surforeggae.com.br/mp3/tracks.mp3
Tonight
http://www.surforeggae.com.br/mp3/tonight.mp3
Leaders of Black Country
http://www.surforeggae.com.br/mp3/leaders.mp3
Country Living
http://www.surforeggae.com.br/mp3/country.mp3
mighty diamonds vs. steel pulse
http://www.jamaicans.com/music/audio/Round%202%20RSSWs%20Mighty%20Diamonds%20vs.%20Steel%20Pulse.mp3
MIGHT DIAMONDS
JACOB MILLER
Jacob Miller gravou seu primeiro disco pela Coxsone Dodd, intitulado "Love Is A Message" (aka Let Me Love You) em 1968, com apenas 13 anos. A música não foi um hit, e Miller teve que esperar alguns anos para retornar aos estúdios. Em 1974 ele gravou alguns singles de Augustus Pablo, incluindo: "Each One Teach One", "Keep On Knocking", "False Rasta", "Who Say Jah No Dread" e "Baby I Love You So". A maioria eram bem populares no circuito do Reino Unido.
Infelizmente, a Island Records colocou impasses nos créditos e Miller ainda estava com seu brilho ofuscado.
As coisas começaram a mudar quando Jacob Miller torna-se um membro da banda Inner Circle. Em 1976, as batidas Roots evidenciaram em hits como "Tenement Yard" e "Tired Fe Lick Weed In A Bush" (ambas creditadas à Jacob Miller).
As batidas do Roots Rock Reggae, combinadas com o explosivo estágio de Miller, fizeram o Inner Circle despontar como banda TOP no final dos anos 70 na Jamaica. Miller era um homem exuberante, possuído por características peculiares diante dos demais cantores de reggae, e no Inner Circle conseguiu fixar hits inabaláveis na história do Regge, incluindo: "All Night Till Daylight" e "Forward Jah Jah Children". Ele também fez parte, em 1978, de um famoso concerto em Kingston chamado "One Love Peace Concert", onde Bob Marley juntou as mãos com Edward Seaga e Michael Manley, e teve um papel divertindo no maravilhoso longa metragem chamado Rockers, de 1979. Miller morreu em 1980, pouco depois de ter visitado o Brasil ao lado de Bob Marley. Ele tentava dirigir e chupar cana ao mesmo tempo (sério!) quando o carro que dirigia bateu num poste e o vocalista quebrou o pescoço. Depois da morte de Miller, o Inner nunca mais foi o mesmo.
MUSICAS
COME SEEKY JAH
http://rastafari.ru/music/upload/Jacob%20Miller-Come%20Seek%20Jah.mp3
Standing Firm
http://rastafari.ru/music/upload/Jacob%20Miller-Standing%20Firm.mp3
Lambs Bread Collie
http://www.christopherporter.com/mp3s/JacobMiller-LambsBreadCollie.mp3
Tenament Yard
http://www.surforeggae.com.br/mp3/JacobMiller-TenementYard.mp3
EARL SIXTEEN
BAsicamente Earl Sixteen começou sua carreira sob a luz, na rua ,fora de seu repouso de Oakland Road em Kingston. Na idade de 13 escutou muitos os caras da música americana como The Chillies Chuck Jackson James Brown ,Jackson 5,mesmo que o Beatles eram as grandes estrelas de seus dias de adolescente. Em 1971 todo a rádio estava lá era cantar com os artistas,ao fazer os coros na manhãs de sábado.Earl acostumou-a cantar longitudinalmente a uma canção particular People Makes The World Go Round" que era um de que novo, cada largura e respiração, assim que nós nos usamos recolher na avenida e competir para ver quem poderia cantar o falseto mais elevado. Earl foi incentivado por um amigo a incorporar a competição do talento no Nightclub de Boémia, que eu fez seu uniforme de escola atrás,escondido de seus pais para trás. Nos finais após semanas do audition e da prática encontrou-se com Michael Rosa seu colega na High School e The Tamlins e algumas pessoas influentes no negócio naquele tempo.
Após ganhar com a canção de Chilite,comprou sua casa, após juntar $ 250 e contou sobre a maneira que tudo começou . Earl teve que terminar a High School e ao atender ao Tech que se juntou a m grupo vocal cantando com os caras como Winston McAnuff, Paul Pollack ,Kenneth Hamilton e Franklyn Waul.Durante isso foram ao studio de Duke Reid,no Aquarius Studios de St Andrew de Joe Gibbs e o Studio One, eventualmente gravando suas faixas e somente uma faixa para Herman Chin-loy, a canção foi chamada Hey Baby pelo grupo The Flaming Phonics.. Aquele era o nome do grupo que eles tínham dado forma. Começaram a fazer brincadeiras na escola e concertos pequenos ,todos sobre o console. Foram mesmo na televisão promover a canção. Sixteen tinha 15 anos de idade quando tocaram no auditório espanhol da cidade ao longo de artistas consagrados como Big Youth, Mighty Diamonds, Tyrone Taylor, Burning Spear e Boris Gardiner Happening Band."
MUSICAS
IMPORTANT TO BE NICE
http://www.dubwise-factory.com/m3u/earl_sixteen_important_to_be_nice_high.m3u
VICTMS
http://www.dubwise-factory.com/m3u/earl_sixteen_MLT-riddim_high.m3u
TRIBO DE JAH
A história da banda Tribo de Jah inicio-se na Escola de Cegos do Maranhão onde se conheceram os quatro músicos cegos e um quinto músico com visão parcial (apenas em um olho), lugar em que viviam em regime de internato, começaram a desenvolver o gosto pela música improvisando instrumentos e descobrindo timbres e acordes. Posteriormente passaram a realizar shows nos bailes populares da capital (São Luiz) e outras cidades do interior do estado fazendo covers de seresta, reggae e lambada. Foi neste momento que surgiu o radialista Fauzi Beydoun, nascido em São Paulo, filho de italianos com libaneses, que já havia morado quatro anos na Costa do Marfim (África), grande aficionado pela cultura reggae a qual era efervescente em São Luis nos anos 80, e que se tornou um fenômeno quase inexplicável nas terras brasileiras do Maranhão, invadindo inicialmente os guetos para depois tomar toda cidade, o interior do estado e até os estados vizinhos.
O reggae viria marcar profundamente a já tão forte e original cultura maranhense, contestado por uma minoria de intelectuais conservadores e abraçado pela grande massa, que através desse estilo musical originaria o título de "JAMAICA BRASILEIRA" à capital do Maranhão. Centenas de clubes de reggae com suas "radiolas" (potentes equipamentos de som que se encarregavam de divulgar o ritmo quando ainda não era tocado nas rádios) e depois diversos programas de rádios que finalmente viriam aderir o mesmo em busca de audiência justificariam largamente o título conquistado.
Foi neste cenário que a Tribo de Jah deu a partida para difundir o seu reggae roots até os ossos, com suas mensagens de amor e paz, políticas sociais e divinas, as quais afastaram das grandes gravadoras, as rádios não tocavam, a TV tão pouco informava e os jornais faziam vistas grossas. De forma independente a Tribo de Jah foi fazendo shows e divulgando seus discos, hoje conta com uma gravadora e uma distribuição a nível nacional.
Passados dez anos de trabalho com direito a uma escala no principal palco do reggae mundial (REGGAE SUNSPLASH FESTIVAL - JAMAICA 95), após ter se apresentado nos quatro cantos do país (de Belém a Porto Alegre, passando pelo Canecão e Metropolitam - Rio, Palace e Olimpia - São Paulo) e alguns pontos internacionais (Buenos Aires - Argentina, Caiena - Guiana Francesa, além de shows na Europa em paises como a França e Itália) denotam o momento muito especial no caminho que a Tribo de Jah vem trilhando para um inevitável reconhecimento de seu trabalho tanto no Brasil como no exterior.
MUSICAS
REGGAE NA ESTRADA
http://www.tempoesia1.hpgvip.ig.com.br/nacional/Tribo_de_Jah/Reggae_na_Estrada.mid
REGUEIROS GUERREIROS
http://www.tempoesia1.hpgvip.ig.com.br/nacional/Tribo_de_Jah/Regueiros_Guerreiros.mid
UM SÓ AMOR
http://www.tempoesia1.hpgvip.ig.com.br/nacional/Tribo_de_Jah/Um_So_Amor.mid
THE BABYLON INSIDE
http://www.tempoesia1.hpgvip.ig.com.br/nacional/Tribo_de_Jah/The_Babylon_inside.mid
NÃO BASTA SER RASTA
http://www.tempoesia1.hpgvip.ig.com.br/nacional/Tribo_de_Jah/Nao_Basta_Ser_Rasta.mid
NEGUINHO BABAÇU
http://www.tempoesia1.hpgvip.ig.com.br/nacional/Tribo_de_Jah/Neguinho_Babacu.mid
IRIE DUB FEELING
http://www.tempoesia1.hpgvip.ig.com.br/nacional/Tribo_de_Jah/Irie_Dub_Feeling.mid
enviada por ¥EdErSoN¥
17/08/2007 12:43
The Abyssinians, conhecidos sobretudo pela canção e consequente LP "Satta MassaGana", são sem dúvida na vertente Roots um das bandas mais influententes de toda a história da música Reggae. Formados em 1969 por Donald Manning, Linford Manning e Bernard Collins, têm-se mantido ao longo destes anos na "obscuridade" em termos de reconhecimento fora da ilha. "Satta Dub" foi reeditado na França em 98 e todas as canções incluídas estão disponíveis pela primeira vez em CD assim como fora da ilha da Jamaica. O trio foi formado no final dos a nos 60, e também foi responsável por um dos primeiros hinos da era rastafari, "Satta Massagana", citado acima. Este clássico do reggae fala de uma terra distante (no caso, a etiópia, cujo nome antigo era Abíssinia) onde nunca havia noite, apenas dia. Foi lançado em 1971 e cantado até em igrejas na Jamaica. Mesmo sem nunca terem alcançado o status de superstars, The Abyssinians estão na ativa até hoje e são uma das bandas mais respeitadas pelos reggaemaen ortodoxos. seus filhos também seguiram a carreira artística. Formaram o Satta, grupo que acompanhou Chaka Demus & Pliers no Brasil em 1994.
DISCOS PARA DOWNLOWD
SATTA MASSAGANA
http://www.badongo.com/file/2335182
ARISE
http://www.badongo.com/file/2942951
SATTA MASSGANA
Winston Hubert McIntosh nasceu no interior da Jamaica, no condado de Westmoreland, em 19 de outubro de 1945. Seus pais o abandonaram com a tia-avó quando ele tinha 3 anos.
Ainda com três anos, começou a dedilhar uma guitarra havaiana. Aos doze já era organista e começava a aprender piano. Aos quinze finalmente encontrou a guitarra elétrica e aprendeu a tocá-la guiado pelo "shacka-shacka" do ska. Com o tempo, Peter Tosh iria contribuir sensivelmente para a definição do andamento arrastado e hipnótico do reggae.
Aos 15 partiu para a capital, Kingston, decidido a tocar a guitarra, teclados e a mostrar o que havia aprendido cantando nas Igrejas de sua terra natal. Acabou se arrumando no famoso gueto de Trenchtown e sentiu na pele as precárias condições de vida da população negra da Jamaica (nada parecidas com as de um país-continente que bem conhecemos, é claro).
Lá conheceu um certo Robert Nesta Marley, que morava com a mãe e seu meio-irmão Neville e já havia gravado um compacto, de nome Judge Not.
Eles resolveram então formar um trio vocal e os dois irmãos mudaram seus nomes para Bob Marley e Bunny Wailer, que juntamente com Peter Tosh fundaram o grupo The Wailers.
No ínicio Peter tosh era o único que detinha alguns conhecimentos tanto musicais como de instrumentos, ensinando Bob e Bunny a tocar viola. Na primeira metade dos anos 60 o trio já tinha nome chamava-se Wailing Wailers e em 1965 - 5 músicas do Top 10 Jamaicano eram discos deles
Por quase dez anos Peter emprestou sua voz grave para a sucessão de hits que os transformariam no mais importante conjunto em atividade na Jamaica.
Bob era o compositor mais produtivo, mas algumas canções de Peter se sobressaíram, como "Soon Come", "Can't You See", "400 Years", "Get up Stand up" (em parceria com Bob) e muitas outras.
Apesar de em pouco tempo Bob Marley preceder o nome da banda, o trio dividia igualmente as funções de compositor, arranjador e intérprete. Tosh seria o primeiro a se incomodar com a primazia de Bob sobre o conjunto - embora este não possa ser considerado motivo suficiente para a separação definitiva. Ela viria em 74, após desentendimentos musicais e pessoais dos três. Tosh saiu de vez e não participou das gravações de Natty Dread , LP que os Wailers lançaram naquele ano. A sombria situação política da Jamaica no ano de 75 atingiria Peter Tosh. Enquanto gravava o famoso Legalize it, seu primeiro álbum solo, Tosh foi espancado pela polícia. Neste mesmo ano os Wailers originais reuniram-se pela última vez, dividindo um show com Steve Wonder. Meses depois, a mulher de Peter, Evonne, morreria num acidente de carro quando o casal saia da Island House, a famosa mansão que Chris Blackwell cedeu a Bob Marley, em plena Hope Road, no bairro rico de Kingstone. Após o acidente, Marley e Tosh romperam de vez.
MUSICAS
NO NUCLEAR WAR
http://www.indybay.org/uploads/04_no_nuclear_war.mp3
STEPPING RAZOR
http://razorland55.free.fr/sound7/peter_tosh.jpg
JOHNNY B GOOD
http://www.dgambia.com/mp1/johnny.mp3
MAMMA AFRICA
http://www.dgambia.com/mp1/mother.mp3
LEGALIZE IT (PETER E BOB)
http://ptosh.com/audio/mp3/legalize_it.mp3
ONE LOVE PEACE CONCERT
http://ptosh.com/audio/mp3/speech.mp3
BURIAL
http://ptosh.com/audio/mp3/burial_original.mp3
O amor à música, a consciência e a igualdade. Gritos de mudança pela vida e pela natureza uniram estes jovens que transformaram suas vontades e interesses em deliciosas batidas e lindas letras e composições próprias. Eles constróem seus sons unindo os sentimentos que rondam suas vidas e cotidiano. A banda tem em suas autorias a parte mais forte do seu trabalho, com letras consistentes e sempre com mensagens positivas, buscando dar sentido ao interesse pela conscientização dos jovens, o contato com a natureza e o amor ao próximo.
Cultivo vê na música uma forma de elevar a consciência, misturando o melhor do reggae jamaicano com todas as influências que fazem parte do caldeirão da MPB, R&B e estilos musicais dançantes, pulsando o baixo e bateria, criando assim um som envolvente. As fortes letras falando de amor, consciência e igualdade, fazem o público elevar os ouvidos e o espírito.
O grupo é formado por: Pedrada no vocal e guitarra, Angelita como backin vocal, Danilo Beccaccia na guitarra, Kris Korus no baixo, Caio Martins nos teclados, Alex Haiashida na percussão e Cristian Jonatan na bateria e backin vocal.
Lançando seu segundo CD, intitulado Árvore Urbana, a banda percorre o lado raíz do reggae, com 12 faixas que possuem uma sincronia hipnotizante, fazendo deste cd uma rara junção de forças e trabalho bem desenvolvido. Esse álbum é a síntese de uma árvore em ambiente urbano que, segundo a própria banda: Sobrevive no ambiente hostil da cidade, buscando seu alimento nas profundezas do solo e na energia do Sol. Aparentemente imóvel, quebra o chão impermeável de cimento e asfalto enquanto cresce implacavelmente, abrindo assim brechas onde outras sementes possam germinar.
Com um show empolgante e autoral, a banda Cultivo mostra toda a maturidade e a qualidade musical que a cada dia conquistam mais fãs, trazendo para você e seu público músicas que exalam boas energias, alto astral e ótimas vibrações..
Banda circulo rasta,banda formada eim março de 2006 na cidade de Várzea Paulista,intetior de São Paulo e esta na luta contra o sistema Bumbaclaat!!!com a intensão de louvar e enviar a palavra do todo podero Rei dos Reis...
com seu reggae pesado a banda busca passar e transmitir a idéia de( somos o que somos e ninguem pode mudar).
E assim lutaremos contra o sistema opressor....
qm curti um Reggae Raiz junte-se a nós.....Yeahman ...
Yo Selah!!
Graças e Louvores a Jah Rastafari...o Leão conquistador da tribo de Judá Jah Rastafar-I.....
Jah Guide sun of Zion...satisfaçao...povo de Jah!
a banda tem como principal influência as bandas:
-bob marley
-black uhuru
-groundation
-twinkle bhothers
que faz cover para louvores a jah Rastafar-I.
formação da banda:
Vocal: Dvd Rasta
beck vocal e guitarra solo: Ras black I
guitarra base: Lucas(barata)
baixo: Ras Diego
bateria: Danilo lord
teclados: Paul bantuh
02/08/2007 11:50
Talvez seja este o mais polêmico e intrigante artista de reggae mundial. Reconhecido internacionalmente como uma lenda da história do ritmo de Jah, Max Romeo é uma das personalidades mais fortes do ritmo. Mesmo afável pessoalmente, com um ar calmo e ponderado, este artista criou revolução com suas letras. Dentre os seus vários clássicos, uma canção mostra bem o teor arrasador e pungente de suas letras: War Inna Babylon, banida das rádios jamaicanas pelas autoridades do país, que alegavam que o seu teor poderia incitar as pessoas ao conflito. Na verdade, o cantor nada mais fazia que criticar a grande desordem política e o clima de guerra civil reinante na Jamaica entre as duas facções dos partidos majoritários da cena política da ilha, o que a tornava quase ingovernável. Abordando sempre temas atuais, sejam com conotação político-social ou meramente fatos do cotidiano, Max Romeo é uma lenda. Foi cortejado por inúmeros músicos, como Keith Richards (Rolling Stones), entre tantos outros. É com certeza, um dos mais brilhantes entre os Old Gladiators da Jamaica.
Horace Andy, de Kingston, 1951, começou com suas primeiras gravações, " Blackmans Country" e " May Never See My Baby" em 1967 para o produtor Phil Pratt, mas não conseguiu o sucesso imediato, talvez porque tentou em vão soar como seu então idolo, o cantor de rocksteady Delroy Wilson. Andy é uma das mais distintas vozes reggae, tendo estréia em 1988 com "Jah Shaka Meets Andy Horace", e desde aí tem seguido as linhas mestras do reggae e dub, até ao último, "Moonlight Lover", lançado em Março deste ano. Desde 1991, este veterano alinha como convidado especial dos britânicos Massive Attack, dando voz a "Blue Lines", "Protection" ou ao mais recente "Mezzanine" de 1998. O Festival Meskla, cujos espectáculos se dividem entre o Instituo de Formação Cénica e Teatral e a Voz do Operário, reúne ainda outras presenças musicais de relevo, entre elas a cantora Amina Alaoui e a famosa voz de Tuva, Sainkho Namchylak, que já no ao de 2002 atuou na Fundação Serralves, no Porto. Ambas sobem ao palco dia 22 de Novembro, na véspera da atuação do guitarrista português, Mário Delgado, e de Joe McPhee, uma das mais conceituadas figuras do jazz "avant-garde" e do free jazz. Na noite de encerramento do festival, a 24 de Novembro, é a vez dos concertos de Ijahman Levy e do referido reggae man, Horace Andy.
Musicas
Spying Glass
http://www.piccadillyrecords.com/mp3/Horace%20Andy%20-%20Spying%20Glass.mp3
VIDEO
Única banda de reggae roots do litoral paranaense, a banda Magnific Jah batalha por um espaço no cenário musical há cerca de seis anos. Encontra muita dificuldade em Paranaguá, pois há pouco espaço p/ o genero musical.
A comunidade que a banda tem no Orkut: http://http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2376007 conta hoje com quase 500 membros. No youtube é possível assistir a dois vídeos da banda, um deles da canção Chaves da Nação e o outro uma reportagem na Cachoeira da Quintilha com o programa Plug do canal 12.
Composta por seis integrantes, além de tocarem clássicos do reggae music Bob Marley, Peter Tosh, Israel Vibration, Max Rromeo, Gladiadors, Culture o grupo possui canções próprias bem conhecidas e cantadas pelos fãs.
Suas músicas procuram passar mensagens positivas de esperança e paz, além de levar a reflexão sobre temas como racismo, discriminação e injustiças sociais.
A banda gravou seu primeiro cd no início de 2006, e a festa de lançamento aconteceu no dia 28 de julho do mesmo ano, atraindo quase 800 pessoas, público recorde para uma banda local.
O cd Chaves da Nação conta com oito faixas e foi feito sem patrocínio algum, sendo produzido aqui mesmo pelo produtor musical Vando Nascimento (www.myspace/vmusicpgua).
Seu trabalho foi muito elogiado pelo produtor Daniel Pessanha de Curitiba, da produtora Áudio Digital, responsável pelas cópias e masterização do cd.
A partir deste trabalho os músicos esperam que novas portas se abram em todo o Estado do PR e
em todo Brasil.
CONTATO
TELEFONES: 9935 - 0838/ (41)34248453
VIDEOS
CHAVES DA NAÇÃO
http://www.youtube.com/watch?v=-bURsEYpIh0
CAMINHOS
http://www.youtube.com/watch?v=kEKaoyhGeas
O "One Love Peace Concert" aconteceu em um estádio de Kingston completamente lotado. Era a primeira vez que Bob Marley tocava na ilha desde o "Smile Jamaica Concert", acontecido dois anos antes, logo após o atentado que quase tirou a vida do rei do reggae. Havia a expectativa de que os líderes dos dois partidos rivais aparecessem e dessem algum sinal de que a guerra acabaria. Mas ninguém contava que, no meio da canção "Jammin'", Marley chamaria os dois ao palco e os faria se cumprimentar por cima de sua cabeça. Foi uma cena marcante e muito estranha. Os dois políticos estavam bastante constrangidos, mas Marley parecia não se importar. Neville Garrick, amigo e designer responsável pela maioria das capas dos discos de Bob diria: "Parecia Jesus Cristo entre os dois ladrões"... Foi nessa apresentação que Marley cantou "War" pela primeira vez em público.
VIDEO DO SHOW
LED DADA
Música para ver e ouvir. Muitos artistas já se questionam em relação à desenvoltura e tamanha versatilidade da novíssima voz do talentoso LED DADA . Há quem diga que muitos jamaicanos não possuem tal dom e afinação.
Ainda muito jovem, foi engajado no reggae por sua prima e seu atual companheiro de trabalho, o baterista Bug Monkey, um antigo amigo e um dos que o encaminharam para a vida Rasta.
LED DADA é um dos vocalistas da banda de maior ação no cenário musical do reggae nacional e internacional: Leões de Israel, famosa por seu desempenho artístico-teatral.
LED DADA também gravou sua primeira canção, a aclamada "Sofrimento Útil", uma música que mostra que sua promissora carreira veio para ficar. Esta canção dedicada a sua mãe Ionise (Mama-Africa), fala de uma passagem bíblica em que para vivermos em harmonia na terra devemos respeitar nossos pais. Suas canções são sempre dedicadas aos louvores ao pai (JAH RASTAFARI).
Em atividade com alguns dos músicos mais jovens e talentosos do reggae no Brasil, LED DADA está realizando a gravação de suas composições musicais, já consideradas de grande sucesso pelo público e pela crítica especializada. Com um swing especial e uma voz extremamente singular, por vezes é citado e comparado à voz da personalidade internacional Don Carlos, cativando a atenção dos adeptos do gênero e de quem também nunca teve contato com este estilo de música reggae sendo reconhecido como música universal.
Foi o único jovem brasileiro do gueto com 19 anos a se apresentar na Jamaica, representando o Brasil no festival Rebel Salute, que foi organizado pelo cantor jamaicano Tony Rebel. No festival, executando sua performance como vocalista da banda Leões de Israel, para mais de 45 mil pessoas, LED DADA teve contato direto com músicos, cantores e produtores como: Duckie Simpson (Black Uhuru) e seu produtor Gabriel Selassie, com o querido Joseph Hill, Bongo Herman, Roby Lyn e muitos outros grandes do meio.
Também participou de alguns programas da TV brasileira como o aclamado "Programa do Jô Soares" na rede Globo de televisão e do programa "Teleton" na rede de televisão SBT, além de ter o clipe "Secou a Fonte" da sua banda Leões de Israel vínculado na MTV brasileira.
23/07/2007 11:22
A combinação dinâmica do membro fundador Albert Griffith, os vocais de ligação e as harmonias de, Clinton Fearon, e do cantor, Dallimore Sutherland, fez do Gladiators uma das bandas mais importantes da cena Reggae. Nas três décadas passadas, o grupo continuou a estender a tradição do ReggaeRoots. Albert Griffith, desde criança, ficava fascinado ao ouvir as músicas de igreja e aprendeu seus primeiros acordes na guitarra com um tio. Ele agregou mais conhecimento ao instrumento ao se enturmar com os guitarristas locais. Eles davam pequenas aulas ao pequeno Albert, que, em troca, carregava os instrumentos de seus professores a todos lugares onde se apresentavam.
Vindo a Kingston , em 1960, para arranjar trabalho, todas suas investidas foram mal sucedidas. O negócio era realmente a música, mesmo desanimado pelos "nãos" das gravadoras locais. A virada de mesa veio mesmo quando ele finalmente conseguiu um emprego. Não pelo trabalho em si, mas sim por que lá ele encontraria, Leonard Dillon, que deu forma mais tarde ao Ethiopians. Convencendo seu empregador a financiar uma sessão da gravação, Griffith manda o single, "You Are The Girl". Lançado em 1966 com o nome, Al & The Ethiopians. Com batidas marcantes e muita qualidade no som, o sucesso alastrou-se ainda mais com o maior hit do Ethiopians, "Train to Skaville". Em 1967, Griffith recrutou David Webber e Errol Grandison que mais tarde deu origem ao The Gladiators .
Seu primeiro single como um grupo, " The Train Is Coming Back", foi um hit modesto, mesmo com o grupo gravando para o duque Reid e Lloyd Dale. Eles realmente surpreenderam em 1968 com o Coxsone Dodd - produzindo, "Hello Carol". Continuaram a gravar para Dodd nos anos 70, além a gravar diversos singles para Lee Perry e para o Randys Studio 17. Entre 1974 e 1976, o grupo começou uma associação longa com, Tony Robinson, que liberou seus álbuns no selo, Groovemaster, da Jamaica e no selo, Virgin do Reino Unido. No começo dos anos 80, o Gladiators entra pro selo, Nighthawk para gravar três álbuns: "Symbol Of Reality", "Serious Thing" e "Full Time", e um álbum, "Dread Prophesy", gravado com a colaboração de Leonard Dillon. O grupo gravou cinco álbuns no final dos anos 80 e no começo dos 90 para o selo, Heartbeat. O Gladiators experimentou mudanças de seu cast em 1969 e em 1973. Webber foi substituído por Clinton Fearon em 1969 e Grandison por Dallimore Sutherland em 1973. No meio dos anos 80, o Gladiators excursionou com Yabby You e o Ethiopians.
Bunny Wailer, também conhecido como Bunny Livingston, foi um integrante da formação original do grupo de reggae Bob Marley & the Wailers, juntamente com Bob Marley e Peter Tosh. Cantor, compositor e percussionista, foi batizado de Neville O'Riley Livingston em 10 de abril de 1947 na Jamaica.
Bunny viajou em turnê com os Wailers pela Inglaterra e Estados Unidos, mas logo tornou-se relutante em deixar novamente a Jamaica. Ele e Tosh foram marginalizados no grupo quando os Wailers começaram a fazer sucesso internacional, com todas as atenções focadas em Marley. Wailer e Tosh subsquentemente deixaram a banda para seguirem carreira solo. Eles foram substituídos pelas "I Thress", uma estratégia com vistas a ampliar o sucesso dos Wailers no mercado não-jamaicano.
Depois de deixar o grupo, Bunny fixou-se mais em seus princípios espirituais. Assim como os outros Wailers, ele era um Rasta declarado. Ele produziu alguns de seus álbuns, além de compor e regravar a maioria do material do catálogo dos Wailers. Ele obteve sucesso gravando músicas apolíticas, mais pop e dançantes. Bunny sobreviveu a seus contemporâneos quando a morte violenta era um lugar comum.
Wailer ganhou três Grammys de "Melhor Álbum de Reggae": em 1990, 1994 e 1996.
Jimmy é um dos mais inovadores produtores e cantores dentro do cenário da música black nacional. Ele vem se aperfeiçoando em suas produções desde 1999, quando formou o grupo de hiphop-reggae Enganjaduz.
Em janeiro de 2003 filmou um video clipe solo em Nova York da música Meu Discurso, que acabou saindo no álbum do Enganjaduz "Igual Você Nunca Viu..." (Sky Blue/7Vela$) - lançado no final de 2003. O álbum deu respeito ao grupo no meio do rap nacional e no ano seguinte teve músicas lançadas em coletâneas de peso, como o "Espaço Rap 9" e o "Yo! MTV Rap Nacional", ao lado de importantes nomes do gênero.
Em maio de 2004 foi lançada a coletânea "Família 7 Velas" (Johnny B Good/7Vela$), que traz composições de artistas do clã 7 Velas e apresenta o que há de mais moderno e inovador no reggae brasileiro nos últimos tempos... Sua faixa "Reggae Seu Coração" acabou saindo no cd "Circuito Reggae 7", onde veio a divulgar ainda mais seu nome e da Família 7 Velas.
Desde 2003 Jimmy vem gravando em riddims vários sons solo no estilo moderno de reggae music - new roots e ragga/dancehall - que acabaram resultando em seu primeiro álbum solo "Reggae Seu Coração", lançado em setembro de 2005 pelo selo K-Rootz.
Em novembro saiu o álbum de estréia da crew Echo Sound System, "Tempo Vai Dizer" (ST2 Recs), que traz participações de Jimmy. No decorrer de 2005 Jimmy ainda produziu junto ao DJ Bruno Belluomini a primeira faixa de grime nacional "Vow Keimah!", que teve destaque na impressa inglesa; gravou vários sons solo; gravou com a crew carioca Digitaldubs Sound System; montou o programa de webrádio Pankadão!, onde apresenta novos sons da moderna black music mundial com entrevistas; além de se apresentar como DJ/MC em importantes festas/clubs de São Paulo (capital e interior), Curitiba, Rio de Janeiro, Londrina, Belo Horizonte e Salvador divulgando o ragga.
Para 2006 Jimmy já prepara o álbum de estréia de seu novo grupo 7.Velas.Crew; o lançamento de mixtapes da Família 7 Velas; participações nas coletâneas "Uptown Skank 2" do DJ Dubstrong e da primeira coletânea de ragga nacional,"Ragga Brazil"; além de seu segundo álbum solo. Prepare-se para seus shows e sinta a energia positiva... Taca Fogo!
Dos guetos da Vila Guilherme em São Paulo, surgiu no cenário nacional o Reggae Style, banda formada em 1998 com a intenção de resgatar o reggae raiz. Carlos Dread, Rafael Stheve, Julio J-Bay, Raphael Souza, Beto Stheve, Júnior Black Style e Douglas Earl fazem o reggae roots, levantando os ensinamentos rastafari.O Reggae Style, gravou um single com três músicas e agora está trabalhando seu primeiro álbum intitulado Em meio ao caos, que trás 11 músicas de composição própria e que aborda temas sobre a conscientização à justiça e igualdade social, a preservação à natureza e homenagens à Selassie e Nelson Mandela.Através de suas músicas, o Reggae Style, trás o verdadeiro reggae raiz, e espalha o sentimento Irie, o sentimento de amor e paz, encantando o público a cada apresentação.
ALBUM PARA DOWNLOWD
1. Justiça
2. Em Meio Ao Caos
3. Estamos Em Guerra (Apatheid Nunca Mais)
4. Refúgio Da Babilonia
5. Go Back On
6. Hailo Sellassie
7. Consciência
8. Keep On Moving
9. Dub Style
10. Corra Atras
11. Rastaman Live
LINK:
http://www.badongo.com/file/2629182
As cantoras jamaicanas Althea Forrest, e Donna Reid, fizeram uma surpresa grande com seu suçesso único,Uptown Top Ranking,quando eram ainda muito novas(17 e 18 anos,respectivamente). Foi produzido por Joe Gibbs baseado no riddim da canção de Alton Ellis "I'm Still In Love" de 1967, que foi popularisada já pelo hit de Marcia Aitken "I'm Still In Love With You Boy". Sua canção usou também uma reescrita da trilha de "Three Piece Suit", do DJ Trinity.
Partiçiparam algumas vezes,com suçesso,do famoso festival ´´Reggae Sunsplash,na Jamaica.
De número um alcançado com Uptown Top Ranking.No Reino Unido foi ao topo em fevereiro, 1978, mas teve somente uma semana no topo das cartas. A surpresa foi combinada estranhamente pelo fato que estão sendo chamadas frequentemente como Althia & Donna, e pela canção intitulada às vezes ligeiramente diferentemente, como "Up Town Top Ranking". A trilha foi escrita pelo duo e pelo Errol Thompson. Althea & Donna transformaram-se assim no duo feminino mais novo para alcançar o topo da carta BRITÂNICA.
Liberaram o album do mesmo nome em 1978, mas nunca encontraram-se com algum sucesso depois disso.
Uptown Top Ranking foi cantada pelo Scout Niblett, que o liberou como um único single em 2004.
A canção foi lançada também pelo Black Box Recorder em seu album England Made Me.Foi feita rebobinação alemã,pelo produtor Joni Rewind em 2002, caracterizando os talentos vocais de Estelle
Uma outra versão mais conheçida foi liberada por Portishead.
A canção foi sampleada também para o top-ten de Breen em 2002 do Abs,para um hit único,"What You Got".
Em 2003, Althea & Donna apareceram na compilação da Dynamite ´´600% Dynamite´´!
A canção apareceu também na compilação australiana Bondi Calling 3"
Althea & Donna - Uptown Top Ranking
MAD PROFESSOR
Uma amostra do álbum da primeira prestação do Dub Me Crazy da série de mesmo de 1982 mostra um desenho do Mad. Muitas das capas do album do Mad Professor incorporam esta sorte do projeto do cartoon,de desenhos do Mad Professor(nascido Neil Fraser 1955,em Georgetown,Guyana) é um músico do dub, produtor de reggae e hip-hop, e um coordenador musical conhecido para suas próprias produções assim como remix o trabalho para o ataque maciço,trabalhou com Sade, e o Pato Banton.
Nascido na Guyana, Fraser ganhou o apelido de Mad Professor pelo seu fascínio na infância com a eletrônica. Na idade de nove ou de dez construiu um rádio transistor. Mudando-se para Londres na idade de treze, Mad Professor continuou a experimentar com a eletrônica. Comprou um semi-profissional gravador-registrador Reel-to-Reel em 1975, mas foi incapaz de gravar na sincronização. Isto alertou-o comprar mais e mais equipamentos. Pelo ano seguinte ano, tinha começado experimentar com o DUB.
O estúdio de Ariwa:
Sobre os anos, o estúdio do Mad Professor, que nomeou Ariwa, após o studio Yoruba word for communication,continuou a evoluir. O estúdio e a etiqueta de gravação do mesmo nome foram começados em 1979. Ambos foram baseados originalmente no subúrbio sul de Londres do Heath de Thornton. Em 1980 Ariwa moveu-se para um espaço muito maior em Peckham. Durante os quatro anos que o estúdio remanesceu neste local, o Mad Professor encontrou que a posição semi-insegura o que custou muito de sua clientela. Depois que um retorno breve à casa original, o estúdio relocou a seu local atual na pista de Whitehorse, Norwood sul.
O Web site da Ariwa indica que o edifício de que o Mad Professor opera agora inclui os Ariwa Sound e Are We Mad?" estúdios,também conheçidos como Two rehearsal Rooms, one Preprogramming Suite, and a dancing Room.
O Mad Professor trabalhou com um número enorme de artistas do reggae do Reino Unido e da Jamaica. Estes incluem Jah Shaka, Pato Banton, Johnny Clarke, Lee Perry e Horace Andy. Seus estilos musicais incluíram o reggae das raizes, dub, e o lover´s rock. O Mad Professor talvez é melhor conhecido pelo seus albums de DUB, que incluem 12 álbuns da série Dub Me Crazy e 5 albums sob a série Black Liberation Dub . O Web site de Ariwa alista as colaboraçoes com o Orb, O KLF, UB40, Jamiroquai, The Beastie Boys e Rancid. Continua a liberar registros e excursionar pelo mundo inteiro ao vivo em performers de mixagem.
MUSICAS
POWER DUB
http://surforeggae.ig.com.br/mp3/mad-dubpower.mp3
WIKING DUB
http://www.propellerheads.se/replacehardware/mp3/MadProfessor-VikingsDub.mp3
BURNING SPEAR - Rocking Time (1974)
1. Call On You
2. Foggy Road
3. Swell Headed
4. Girls Like You
5. Old Time Saying
6. Bad To Worst
7. What A Happy Day
8. This Race
9. Walla Walla
10. Rocking Time
11. Weeping And Wailing
12. Mamie
LINK:
http://rapidshare.com/files/30778821/burning_spear_-_rocking_time__1974_.rar
DEZARIE - FYA
1. Zion
2. Omega
3. Dont Cry
4. Most High
5. Love Yourself
6. Flesh & Boné
7. Fya
8. All Ova
9. Walk Wid Me
10. Rebel
11. Jah Throne
12. Mind You Own
13. Sing Out
14. Iron Shar
15. Fya Dub
LINK:
http://rs43.rapidshare.com/files/7526229/Fya.rar
Capleton nasceu dia 13 de Abril de 1967 em St. Mary, na Jamaica, com o nome de Clinton George Bailey III.
Também conhecido como King Shango, King David, The Fireman e o Profeta, Capleton é um dos nomes mais conhecidos do Dancehall e é conhecido internacionalmente desde 1989. Era conhecido na vizinhança como uma pessoa engajada, sempre falando de injustiça social e direitos iguais para o povo negro, então lhe deram o apelido do principal advogado da época na Jamaica.
Sua carreira despontou quando African Star, um selo canadense, pagou, mesmo sem grande influência no meio, sua passagem para o Canadá fazer shows, juntamente com Ninjaman e Flourgan. Emplacou hits como 'Number one on the good look chart' e 'Bumbo red'. Apesar de sempre ter um toque de slackness, sempre tentou encaixar seus pensamentos e sua fé em suas letras.
O artista pertence à ordem das Mansões do Rastafari, e apóia principalmente Bobo Ashant.
Musicas
Red a Red
http://www.rootscommandment.de/capletoncensoredbyBBC.mp3
Slew Dem
http://www.keefazstudio.com/mp3s/Capleton_Slew_Dem.mp3
Jah Jah City
http://www.selectors-choice.de/sounds/capleton_jah_jah.mp3
More Fir Meddley (video)
http://www.reggaefrance.com/player/videoplayer.php?num=107&format=wmv-hi
Capleton, Jah Cure, Morgan Heritage, LMS, Ras Shiloh, Bushman
Winston Yellowman Foster é um vencedor, tendo superado com garra e persistência as adversidades da sua vida. Além disso, construiu uma das mais extensas discografias do reggae, lançando em lia dois discos por ano. amos comentar alguns dos principais álbuns do Homem Amarelo.
Nos seus discos Yellowman cumpriu à risca o objetivo de divertir as pessoas fazendo música de qualidade. Suas canções faIam de amor, sexo e mulheres, com letras ora picantes ora bem humoradas, e ainda servem de para exaltar sua performance como homem e Dj. Mas aqui e ali ele abre espaço para ferinos comentários sociais. O início de sua carreira foi arrasador. Em pouco tempo Yellowman lançou uma enxurrada de hits e conquistou a Jamaica, que estava carente de ídolos desde a morte de Bob Marley. Nessa fase ele lançou ótimos discos como One in a Million ou Bad Boy Skanking (dividindo os vocais com Fat Head), com um som ainda bem próximo do roots, firmando sua reputação como o melhor Dj da ilha. Os segredos do sucesso avassalador são desvendados em Live at Reggae Sunsplash, registro do histórico show do festival de 82. Até meados da década de 80 ainda lançaria muita coisa boa, como Zungguzungguguzungguzeng e Two Giants Clash, onde duela musicalmente com o Dj Josey Wales em cima dos ritmos da ótima Roots Radics Band.
VIDEO DE SHOW
http://www.arcoiris.tv/modules.php?name=Downloads&d_op=getit&lid=3054&ext=_big.wmv
Em 1969, Burning Spear, ou melhor Winston Rodney (seu nome original) iniciava sua original carreira no Studio One com o single "Door Peep". O nome Burning Spear foi uma homenagem a Jomo Kenyatta, primeiro presidente do Quênia (significa flecha fumegante, Burning Spear, era o nome que o líder assumiu quando lutava contra os ingleses pela independência) - o que dá o tom de seu trabalho, marcado pela militância política e rasta.
Nos anos 70 fez pela Island Records alguns dos seus melhores discos: Marcus Garvey, Man in The Hills, Dry & Heavy e Social Living.
Em seus show ele se entrega, se contorce, clama, chora - performance que sempre acontece durante a musica "Slavery Days", emocionante lamento sobre a escravidão.
Sua firmeza na crença rasta pode ser resumida por esta declaração: "Eu não canto para fazer ninguém crer em Selassié ou no que eu defendo. Eu canto sobre o que sei que é certo."
Spear já foi nomeado para o Grammy diversas vezes, tendo vencido uma delas com o álbum "Calling Rastafari".
Burning Spear a lenda musical não somente produziu um grande trabalho, que está entre os melhores do reggae mundial, ele excursionou também pelo mundo diversas vezes. Seus shows atraem um grande público de todas as idades, e isso vem acontecendo por cerca de 30 anos. Como um profeta musical teve sempre um foco cultural e espiritual profundo em toda sua carreira. Suas letras também fala muito no profeta Marcus Garvey, um de seus temas favoritos.
O futuro de Burning promete ser ainda mais produtivo, mas para compreender para onde ele está indo, deve ser examinado seu passado. Sua carreira começou em 1969 quando gravou "Door Deep" e o artista desde então continua no topo de todas as paradas e na preferência do público. Seus shows costmam levar grandes multidões e seus discos são sucessos absolutos de crítica e vendas.
MUSICAS
Door Deep
http://nintendoplanetvideo.free.fr/zik/burning%20spear%20-%20door%20peep.mp3
Marcus Garvey
http://www.dgambia.com/mp1/marcus.mp3
Crhistopher Columbus
http://www.dgambia.com/mp1/columbus.mp3
Walk (clipe)
http://www.youtube.com/watch?v=hocWfu-v3Mg
Bob Marley não morreu. Se alguém disser que ele morreu, desconverse e saia de fininho, sorrindo e cantando "Is this love, is this love, is this love that i´m feeling". O que aconteceu no dia 11 de maio de 1981, num hospital em Miami, foi matéria que se dissolveu, átomos que foram recombinados. Os estóicos, filósofos da época do império romano, diziam que, quando morremos, não vamos para lugar algum. seja esse lugar o céu ou zion. Apenas dissolvemo-nos e voltamos à natureza. Olhe para o mundo à sua volta e veja se não foi isso que aconteceu com Bob Marley.
Sua música está por toda a parte. Seus discos vendem até hoje, numa adoração só comparável a de Elvis e dos Beatles. Seu rosto e suas tranças estão estampadas em camisetas de moleques no Rio, em Sydney e Paris. Marley se dissolveu e virou um som da natureza por causa de canções irresistivelmente pop e por todos os ingredientes - rock, punk, afro, soul - que adicionou ao seu reggae. Virou estrela por causa de letras que tinham ao mesmo tempo um lirismo arrebetador e uma militância contagiante. Virou luz por causa de palavras, atos e uma vibrante mensagem de paz e amor.
Mas Marley não era santo. Era o Tuff Gong, apelido que ganhou na marra, em brigas nos guetos de Kingston. Ironicamente, se estivesse aqui, comemorando 60 anos, dreadloks branquinhas, teria que lutar contra o imobilismo dos seus fãs, que parecem se contentar em botar uma roupa colorida e saudar sua memória em tributos sem fim, em vez de seguir em frente, passar a segunda marcha, ouvir outros sons e ver que o reggae não é só raiz, não é só iô iô, mas também é caule e frutos. Como diria Marley, "Wake up and live". A boa é acender essa idéia.
Israel Vibration é, sem sombra de dúvidas, um dos grandes nomes do reggae. Com certeza, um nome digno de respeito e reconhecimento de qualquer um que já pôde conferir o som dos caras. As vibrações positivas que emanam de suas músicas são impecáveis, e vivem por mais de duas décadas. O Israel tem um feitiço musical, conseguindo unir reggae de raiz tradicional com um som hipnotizante e mensagens profundamente espirituais.
Os integrantes da atual dupla, Cecil Spence (Skelly) e Lascelle Bulgin (Wiss) são naturais da Jamaica, e vítimas de poliomielite. Eles se conheceram, quando crianças, no "Centro de Reabilitação Mona", onde foram internados por suas famílias. Aprenderam cedo como sobreviver no mundo, e embora a poliomielite seja uma doença séria, eles nunca deixaram que isso viesse a atrapalhar a criatividade, o desempenho e a força de vontade. Acharam força na fé Rastafari e começaram a compor e cantar canções que expressassem suas convicções espirituais.
Tanta espiritualidade acabou causando o afastamento do Centro de Reabilitação Mona. Destemidos, eles encontraram o que precisavam na música, que fez com que ganhassem o apoio da comunidade local, proporcionando encorajamento para seguir em frente com a carreira. A primeira gravação foi em 1978, que rendeu o álbum Same Song pela EMI. A partir daí, surgiu uma atenção internacional pelos caras. Depois de um tempo, a carreira fonográfica do Israel parecia estar indo por água abaixo, pois assim como muitos artistas jamaicanos, foram induzidos à uma indústria local infestada naquele momento, por prática de contabilidade questionável, pirataria musical, e falta de apoio de excursão. Em 1983, eles se separaram e seus membros foram para os Estados Unidos em busca de um cuidado médico adequado e também de projetos individuais.
Musicas
Standig Corner
http://www.studiobunker.de/versions/israel%20vibration%20standing%20corner.mp3
Jah Jah time has come
http://pnvideo.free.fr/zik/israel%20vibration%20-%20jah%20jah%20time%20has%20come.mp3
Stick a Buch - Gladiators e Israel Vibration
http://skateculture.free.fr/pages/fichiers/mp3/gladiators%20and%20Israel%20vibration-Stick%20a%20bush.mp3
What The Use
http://orange.street.free.fr/Sounds/reggae2/IsraelVibrationWhatTheUse.mp3
Surgida em 1999, em Vila Isabel, zona norte carioca, a banda Ponto de Equilíbrio surgiu da união de oito músicos com personalidades distintas, mas fundamentadas no autêntico reggae roots. O grupo é formado por Helio Bentes (vocalista), Pedro Pedrada (baixo), Márcio Sampaio (guitarra base), Tiago Caetano (teclados), Rodrigo Fontenele (percussão), Marcelo Campos (percussão), Lucas Kastrup (bateria) e Ras André (guitarra solo). Ponto de Equilíbrio se tornou uma das principais referências do reggae no Brasil ao resgatar suas raízes e utilizar a música como resistência sócio-cultural. As letras, compostas pelos próprios integrantes, transmitem mensagens de igualdade, amor e justiça, de acordo com a filosofia rastafari. Além disso, o som conta com influências de dub e samba e de alguns ritmos regionais como a capoeira de Angola, o maculelê e o maracatu. O próprio nome da banda resume o objetivo dos músicos: o equilíbrio entre o céu e a terra, o positivo e o negativo, o bem e o mal. Esse é o ponto que todos nós buscamos e para onde todos retornaremos, quando for terminada nossa missão nessa vida, explicam os músicos. Em 2004, a banda lançou o álbum Reggae a Vida com Amor. As músicas Aonde vai chegar? (Coisa Feia), Árvore de reggae e Ponto de Equilíbrio, agradaram em cheio os amantes do reggae e divulgaram a banda em todo o Brasil. Resultado: o primeiro CD do octeto foi um dos lançamentos independentes de maior vendagem no país, com mais de 70 mil cópias vendidas, rendendo um Disco de Ouro.
Mesmo sem tocar em rádios ou ter gravadora, a cada show o Ponto de Equilíbrio conquista um público maior e mais fiel. Eles tocam com freqüência nas capitais do país, lotando as casas por onde passam. Apesar das dificuldades comuns a uma banda independente, algumas apresentações já chegaram a reunir 30.000 pessoas, como em Salvador e Fortaleza. No Orkut, existem mais de 80 comunidades dedicadas a eles, sendo que a maior delas reúne mais de 130 mil pessoas.
MUSICAS
http://www.hotsurfers.com.br/mp3pontodeequilibrio.htm
VIDEO - JAH JAH ME LEVE
Tudo começou em finais dos anos 60 quando a um pacato jovem que vivia nas ruas de Kingston (Jamaica) lhe foi oferecida uma flauta de teclas (Melodica) que geralmente era usada somente nas aulas de música nas escolas. Horace Swaby aka Augustus Pablo é o seu nome, a primeira gravação surgiu em 1970 quando foi lançado o single "Iggy Iggy" usando pela primeira vez numa canção gravada em estúdio a Melódica como instrumento base, este single foi gravado nos estúdios Randys 17, Jamaica, produzido por Herman Chin-Loy. A partir desse momento foram construídas inúmeras harmoniosas melodias para vários produtores, Derrick Harriot, etc, estava assim criado o denominado som "Far East". Notáveis canções como "East of River Nile", "Java", "Pretty Baby", "Skanking Easy" utilizando a base original do ritmo "Swing Easy" tocada originalmente pelos Soul Vendors no famoso Studio One, etc. Depois destes e outros sucessos Pablo começou a brilhante carreira de produtor desenvolvendo um estilo próprio, já referido, "Far Eastern Style" tornando-se tão popular como o estilo original de Clement Dodd (Studio One) ou Lee Perry (Black Ark) sem colocar de lado a sua criatividade e originalidade. É no momento em que se torna produtor que King Tubbys ("Inventor do Dub") se associa a Pablo misturando as suas produções, desta associação surge em 1976 um "MARCO" na História da Música Reggae, o LP "King Tubby Meets The Rockers Uptown". Sem dúvida uma das mais reconhecidas características e poderei dizer vantagens de Pablo, foi o facto de ter dado a oportunidade de gravar a cantores bastante jovens e completamente desconhecidos, foi o caso de Hugh Mundell (com apenas 13 anos gravou o LP "Africa Must Be Free By The Year of 1983"), Delroy Williams, Tetrack, até Dillinger gravou para Pablo (Dillinger ficou internacionalmente conhecido pela canção "Cokaine In My Brain" produzida por Jojo Hookin) e ainda Jacob Miller. Sem dúvida que até ao final da década de 70, o "Far Eastern Style" foi um dos sons que dominou a ilha da Jamaica. Nos anos 80 sucessos de Pablo, sobretudo pelas produções com os artistas Junior Delgado e Johnny Osbourne.
Augustus Pablo faleceu mas irá sempre ser lembrado pelo enorme contributo que deu à Música Popular da Jamaica ao longo de cerca de 29 anos de carreira...
MUSICA
AUGUSTOS PABLO - King Tubby Meets the Rockers UpTown
http://nintendoplanetvideo.free.fr/zik/augustus%20pablo%20-%20king%20tubby%20meets%20the%20rockers%20uptown.mp3
Lee Scratch Perry começou sua carreira trabalhando como faz-tudo no Studio One, sob as ordens do lendário produtor Coxsone Dodd. Em meados da década de 60, ele era um misto de mensageiro, técnico de som, compositor, deejay, segurança e também vocalista, mostrando todo seu ecletismo (foi lá que gravou as faixas reunidas em CHICKEN SCRATCH, cuja capa pode ser vista abaixo). Depois de sete anos de trabalho, brigou com Coxsone por causa dos parcos salários e da falta de reconhecimento e foi trabalhar com Joe Gibbs, que na época ainda não era um produtor, mas tinha muita grana. Perry passou a comandar o selo de Gibbs, conseguindo alguns hits com suas produções, entre elas uma música onde fazia acusações diretas ao seu ex-patrão. Pouco tempo depois deixou o novo chefe, novamente atirando para todos os lados, dando mostras do seu gênio terrível e da sua forte personalidade. A partir de 68 passou a trabalhar por conta própria criando seu próprio selo, o Upsetter, e recrutando alguns jovens músicos para formar sua banda de estúdio, os Upsetters. A formação incluia os irmãos Family Man e Carlton Barret no baixo/bateria, o guitarrista Alva Lewis, o tecladista Glen Adams e Max Romeo nos vocais. Na época todos circulavam por Kingston assintindo filmes do estilo western-spagueti no cinema, à tarde, e passando as noites no estúdio, onde, devidamente inspirados, criavam ritmos demolidores. Em 69 Perry emplacou um hit com a banda na Inglaterra justamente inspirado em tais filmes,"Return of Django", o que lhe lhes rendeu seis semanas de shows, a primeira turnê de um grupo jamaicano por lá. Foi justamente nessa época que os caminhos de Lee Perry se cruzaram com os de Bob Marley, em termos profissionais, visto que eles já se conheciam dos tempos do ska, tendo ambos trabalhado com Coxsone no Studio One.
MUSICAS
Scratch The Dub Organiser
http://nintendoplanetvideo.free.fr/zik/Lee%20Perry%20-%20Scratch%20The%20Dub%20Organ.mp3
Africa
http://nintendoplanetvideo.free.fr/zik/Lee%20Perry%20Vs.%20King%20Tubby%20-%20Africa.mp3
SOLANO JACOB e um artista diferenciado pela capacidade que possui em compor tanto em portugues quanto em ingles, o que amplia as possibilidades de intercâmbio entre culturas diferentes. Teve sua formacão em lingua inglesa atraves da Cultura Inglesa de São Paulo, onde estudou por mais de dez anos e obteve sua proficiencia no idioma atraves de qualificacoes pelas universidades de Cambridge e Oxford. Foi o idealizador e vocalista da banda paulista Leoes de Israel por mais de seis anos, trabalho no qual lhe rendeu ascensão na carreira como cantor e compositor atraves de grandes sucessos como Filhos Rebeldes, Secou a Fonte, Ouca a Profecia, Me Gwann, Jah Jah Children e Treading Around the Land, bem como o lancamento de dois albuns intitulados - Pilares da Justica (2002) e Palavra Viva (2005), ambos com expressivas vendagens de 20.000 e 40.000 copias respectivamente. Na estrada, apresentou-se nas principais capitais brasileiras - Salvador em 2004, onde atuou e acompanhou Gregory Isaacs, renomado cantor Jamaicano, durante sua turne pela America do Sul que incluiu cidades como Buenos Aires (Argentina), Fortaleza, Aracaju, Belem, São Luis e Recife. SOLANO JACOB esteve presente no conceituado Circuito Reggae Paulista, projeto amplo que realizou inumeros festivais de reggae em São Paulo e nas principais cidades da Grande São Paulo, como Osasco, Suzano, Carapicuiba, Guarulhos, Jundiai, Vinhedo, Valinhos, Campinas e região. Em sua bagagem tambem não podemos deixar de mencionar sua participacão conjunta em festivais com grandes nomes do reggae mundial como: Israel Vibration, Don Carlos, Midnite Band, Fullyfullwood Band, The Gladiators, Peter Broggs e Gregory Isaacs. Em meados de 2005, SOLANO JACOB juntamente com os Leoes de Israel foram convidados a representar o Brasil no maior festival de reggae jamaicano, o REBEL SALUTE FESTIVAL. Em meio as grandes lendas do reggae jamaicano como Burning Spear, Cocoa Tea, Third World, The Congos, Inner Circle, Luciano e muitas outras feras, Solano Jacob conseguiu aplausos e respeito por parte do povo jamaicano enquanto cantava uma de suas composicoes, Me Gwann. Ao retornar da Jamaica em janeiro de 2006, SOLANO JACOB traz uma nova proposta de trabalho, agora em carreira solo que resultara em 2007, no lancamento de seu novo album, *A Fe e a Razão*. No presente momento, Solano Jacob encontra-se preparado e estruturado para proporcionar ao ouvinte de boa musica uma apresentacão artistica de qualidade, dancante, vibrante e que vem de encontro a satisfazer as mais variadas necessidades de entretenimento.
Musicas
http://www.myspace.com/solanojacob
12/06/2007 23:06
Ao sexto ano de existência com o sentimento de missão cumprida, pelo menos até esta etapa, a resposta de seu trabalho rendeu muitos frutos por levar a responsabilidade de ser uma das principais Bandas de Reggae do país e reconhecida por um público de milhares de brasileiros neste cenário. Como se não bastasse este reconhecimento, Alpha Blondy, integrantes do The Wailers e grandes nomes do reggae mundial, ficaram surpreendidos com o reggae brasileiro de Leões de Israel. A banda também acompanhou Gregory Isaac na sua turnê pelo Brasil e Argentina, onde recentemente foi lançado o DVD do show em Salvador REPUBLICA DO REGGAE um dos maiores festivais de reggae do país.
Em 2002, foi gravado um show e foram prensadas mil cópias como divulgação. Para surpresa de todos, posteriormente foram vendidas mais de quinze mil unidades, apenas em uma loja (Johnny B. Good, no centro de São Paulo). Em 2005, Leões de Israel lançou seu 1º álbum, intitulado PALAVRA VIVA, um CD com levadas jamais tocadas e de forte influência do reggae jamaicano original, que mostrou ser um grande passo na história do reggae nacional, sendo considerado o melhor álbum de reggae em 2005 vendendo mais de seis mil cópias em apenas quatro meses.
Em Janeiro de 2006, a banda participou do Rebel Salute Festival, na Jamaica, aonde se apresentou junto de Luciano, Burning Spears Third World, Congos Inner Circle, Richie Spice, entre outros. Não é difícil perceber a grande evolução da banda ao longo desses anos. Nas apresentações musicais foram inseridos mais elementos teatrais com intuito de fazer espetáculos cada vez melhores. O show é uma marca registrada do Leões de Israel. Quando sobe ao palco impressiona, desde os que desconhecem até quem os acompanham com fidelidade. Esta é a grande certeza da maturidade adquirida.
JAH I RAS trabalha em suas composições musicais com inspiração e dedicação a propagação da palavra de DEUS, porque a música desenvolve faculdades esquecidas dentro de todos irmãos da congregação humana. Faz com que enxerguemos a verdadeira realidade porque o som é a matéria prima do universo.
A música escolhida foi o Reggae que tem em sua batida o principal som da existência humana, o som da batida do coração. É uma voz espiritual que fala de igualdade, fraternidade, Amor e libertação da ilusão mundana.
O reggae transforma nosso coração, mente, palavras e espírito, é uma musica telepática que transmite os segredos do universo, que é o trabalho no AMOR e na UNIÃO.
O regga